Medir a felicidade - ou o bem-estar, ou a satisfação na vida, ou a boa vida - de alguém é uma tarefa difícil, visto sua ordem subjetiva. A própria multiplicidade de nomes nos sugere essa dificuldade. Nem eu sei se sou feliz às vezes - quem dirá pesquisar como grupos inteiros se sentem em relação ao seu bem-estar.
Como investigar, então, se um país ou grupo é feliz? Diferentes abordagens tem sido sugeridas. Uma delas diz respeito ao florescimento humano, conceito central para Psicologia Positiva e já apresentado há mais de uma década. Em 2017, o dr. Tyler VanderWeele, de Harvard, propôs uma maneira de quantificar esse florescimento, pesquisando-o a partir dos aspectos de felicidade e satisfação com a vida, saúde física e mental, significado e propósito, caráter e virtude, e relacionamentos sociais próximos.
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